Eu sempre tive vontade de aprender como usar filtros do vsco cam no computador, isso porque eu tenho um grande problema com aplicativos no meu celular, já basta o Whatsapp e o Instagram e ele fica super cheio (pois nenhum aplicativo consegue ficar salvo no cartão e a memória do celular mesmo é pequena), então há um bom tempo eu estava usando minhas fotos no instagram sem nenhum filtro e cada dia isso me incomodava mais. 

Até que eu descobri a possibilidade de usar efeitos e filtros parecidos e até iguais aos que tem no famoso VSCO Cam através do photoshop. Sei que muita gente não tem esse programa, mas se você quiser saber como baixar clique aqui, embora deva existir outras possibilidades (nunca se sabe né) acho que usando o photoshop é muito mais fácil para aprender a como usar filtros do vsco cam no computador.


O primeiro passo para você saber como usar filtros do vsco cam no computador é você encontrar o tipo de filtro que mais te agrada, existem diversos arquivos que podem ser baixados em psd (para abrir no photoshop) e então passado para sua foto (vou usar aqui um tutorial mais para o final). É tudo bem simples, especialmente se você já mexe com photoshop. Alguns dos pacotes de filtros bem bonitos:

Como usar filtros do vsco cam no computador

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Como usar filtros do vsco cam no computador

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Como usar filtros do vsco cam no computador

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Como baixar e abrir os arquivos

Como usar filtros do vsco cam no computador
Quando você abrir o link, para baixar clique ali na lateral em Download. Alguns arquivos são em psd, ou seja, quando você clicar para abrir eles vão diretamente para o photshop. Arquivos em zip, você terá que ir abrindo cada um deles dentro da pasta zip. 

Como usar filtros do vsco cam no computador

Ao abrir o arquivo em psd no computador aparecerá uma foto com uma pasta onde haverá todos os filtros dentro, os filtros podem não aparecer na foto se você não clicar onde tem a seta vermelha nesse print abaixo, é igual a imagem de um olho e quando você clica o filtro pode "sumir" e se clicar de novo ele aparece. 

Como usar filtros do vsco cam no computador

Para transferir o filtro para a foto que você deseja usar é só abrir a foto que você quer, clica no filtro nessa mesma barra lateral e o arrastar para a outra foto (parecido com que fazemos quando queremos passar foto para celular). Nesse filtro específico, ele está com nome de Grupo 1, então você vai clicar, aí vai ficar azul (selecionado) e então você passa para a outra foto que você deseja. Simples, né?



O que acharam? Sei que para muita gente pode ser a coisa mais simples do mundo, mas da mesma forma que eu não conhecia, achei que muitas outras pessoas também não. Então espero que esse mini tutorial de como usar filtros de vsco cam no computador tenha tido alguma serventia para você. Se você souber outras maneiras de usar filtros estilo vsco sem a ajuda de photoshop no computador, me fala também!

Resenha: Ladrões de Elite, de Ally Carter
Quando comprei Ladrões de Elite, da Ally Carter, comprei por dois motivos: o título era extremamente interessante que combinava com uma sinopse que prometia uma história empolgante, e o livro estava por míseros 5 reais em um sebo. Eu lembrava vagamente da autora, e então levei a obra para casa. Depois de uns cinco meses na estante eu tomei coragem e comecei a história e confesso, a sinopse me fez criar expectativas bem altas.

Autora: Ally Carter
Editora: Arqueiro
Páginas: 240
Ano: 2011
Nota: 3/5

A família de Kat - e isso inclui seus amigos também - tem uma profissão um tanto diferente: eles são ladrões de elite. Joias da realeza, quadros nos mais importantes museus, patrimônios históricos somem facilmente quando a família de Kat está em cena. Porém, agora com seus 15 anos ela resolve levar uma vida normal e sair dos negócios da família, buscando estudar em uma escola para pessoas normais e fingir ser uma adolescente comum. 

Entretanto, os planos de Kat não vão muito adiante. Quando um mistério entra no caminho e cinco quadros do poderoso Arturo Taccone somem de seu esconderijo secreto e praticamente impossível de ser roubado as suspeitas caem sobre o pai de Kat, que jura que não roubou nada. Para livrar a pele do pai, ela e Hale, seu melhor amigo, começam a buscar pistas - praticamente inexistentes - de quem roubou os cinco quadros - e pior: como roubá-los de volta.

Confesso que eu estava com boas expectativas, a capa me atraiu, o nome dava a ideia de uma história bem preparada e interessante e a Ally Carter é sempre muito elogiada - inclusive por esse livro. Porém, acabei me decepcionando feio. 

Resenha: Ladrões de Elite, de Ally Carter

A narrativa da Ally Carter é em terceira pessoa, o que não permite uma maior aproximação da personagem Kat - ou qualquer outro -, mesmo que haja diversas vezes narrativas de pensamentos e sentimentos de Kat, não consegui me sentir ligada a nenhum personagem e isso não me despertou aquelas emoções de torcer, vibrar e ficar tensa. Me senti impessoal na leitura.

Kat é uma garota legal, mas não conseguimos conhecer muito dela por conta da narrativa em terceira pessoa. O mesmo vale para Hale, seu amigo que está ajudando nesse novo "projeto". Então pensei que a história iria se focar nos acontecimentos. Porém, não é bem assim. Ladrões de Elite é bem desenvolvido e tem um "projeto", já que é dividido em dias até o prazo final que a Kat tem que cumprir para entregar os quadros a Taccone.

Mas ainda assim, parece que o tempo todo a autora quer chamar a atenção para algo. Ela começa a colocar sentimentos entre Kate e Hale, mas nada é desenvolvido e acaba sendo algo desnecessário. Isso tira o foco da história em si, do desenvolvimento e da corrida contra o tempo que eles estão enfrentando. Além disso, muitas cenas não muito confusas e eu não entendia direito o que eles faziam e isso me deixava irritada pois não conseguia visualizar bem na mente as cenas.

Outro erro muitas vezes é ao longo da narrativa o acréscimo de alguns pensamentos e devaneios, algumas reflexões feita pelos personagens que acabam sendo um tanto sem sentido e sem proposito, às vezes pareceu até que a autora queria encher o livro com alguma coisa para não ficar muito vazio.

Resenha: Ladrões de Elite, de Ally Carter

A Ally Carter opta por estereótipos em Ladrões de Elite, sendo Kat aquela menina que se acha meio sem graça, Hale é o garoto lindo e fofo, super amigo para todas as horas e há também aquela menina popular, que se veste sensual e Kat, obviamente, não gosta: sua prima. Isso também me fez desgostar da história. Não me leve a mal, pois às vezes adoro um clichê, mas com todo esse conjunto de coisas negativas, com certeza personagens diferentes do padrão comum seria um ponto muito extra para o livro.

Acho que para um livro de Ladrões de Elite adolescentes, faltaram caracteristicas mais marcantes neles, algo que fugisse aos adolescentes comuns, mas ao mesmo tempo fizesse o leitor se identificar. Afinal, eles são quase adultos que fazem roubos impressionantes. O que eles tem demais que o fazem ser tão bons? Apenas a genética não deveria ser suficiente. Eles são divertidos e legais, mas tão comuns e sem nada de especial - além da imensa capacidade de fazer roubos - que acabou me entediando um pouco.

A narrativa da autora é excelente, ela intercala bem momentos de narração com diálogos, tem cenas que dá aquela aflição e outras que nos fazem soltar um risinho, mas no geral deixa muito a desejar no foco da história, com esse romance que entra no meio apenas para tirar a atenção, na elaboração dos personagens, que não me pareceram bem desenvolvimentos e bem senso comum, e na falta de ligação do leitor para com os personagens. A história tinha muito potencial, mas não me convenceu muito pouco. 

Existem algumas histórias que realmente nos marcam. Nos fazem ver as coisas normais de um jeito diferente e nos lembra de quem somos e o por que estamos aqui. Os documentos sobre a vida da jovem menina judia chamada Anne Frank foi uma delas. Hoje vou falar um pouco sobre o livro e o filme produzido pela BBC no ano de 2009 sobre o triste período em que o mundo viveu o Holocausto.
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Anne Frank escreveu em seu diário toda a tensão que a família Frank sofreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ao fim de longos dias de silêncio e medo aterrorizante, eles foram descobertos pelos nazistas e deportados para campos de concentração. Anne inicialmente foi para Auschwitz, e mais tarde para Bergen-Belsen. Seu diário destaca sentimentos, aflições e pequenas alegrias de uma vida incomum, problemas da transformação da menina em mulher, o despertar do amor, a fé inabalável na religião e, principalmente, revela a rara nobreza de um espírito amadurecido no sofrimento.


O livro e o filme contam a história de Anne Frank através das páginas do diário que a garota manteve por dois anos enquanto estava escondida em um local que ela chamava de Anexo Secreto. Antes disso, a jovem vivia uma vida normal, sempre rodeada de amigos e da família, além de seus admiradores da escola. Mas quando os nazistas começaram a perseguir os judeus e enviaram uma notificação para a irmã de Anne, Margot, ela e a sua família tiveram que abandonar completamente suas antigas vidas e se esconderem no prédio onde o seu pai trabalhava. 

Lá no esconderijo, com o tempo, a família Frank precisou dividir seu espaço com os Van Daan e com o Dr. Dussel e como todos nós sabemos, nenhum tipo de convivência é fácil, ainda mais com pessoas que receberam criações totalmente diferentes. Em certas passagens, principalmente no filme, essas brigas e confusões de família renderam boas risadas, embora por trás de tudo isso tenha aquela tristeza por saber que aquilo realmente aconteceu e na época não teve graça alguma.

Os personagens, que na verdade são pessoas reais, possuem características bem distintas entre si. A Anne é uma menina decidida, independente, que não gosta de receber ordens e dá a sua opinião sobre tudo. Sem dúvidas é uma jovem extremamente cativante, que vê a vida com uma esperança e otimismo que é quase inacreditável. Tanto durante o livro quanto o filme, eu ficava me perguntando: Como pode alguém ser tão forte assim e ainda por cima ser sonhadora em meio a todo esse caos? A Anne do filme também não deixou nada a desejar, incluindo fisicamente.

"Vejo o mundo ser lentamente transformado numa selva, ouço o trovão que se aproxima e que, um dia, irá nos destruir também, sinto o sofrimento de milhões. E mesmo assim, quando olho para o céu, sinto de algum modo que tudo mudará para melhor, que a crueldade também terminará, que a paz e a tranquilidade voltarão."


A coisa que mais me incomodou em relação ao filme, foi o relacionamento de Anne com os pais. Em seus relatos, ela sempre deixou bem claro o quanto a mãe a tratava mal e nunca a entendia. Margot também tinha participação nisso tudo. Aparentemente, pelo menos segundo a visão de uma menina de 13/14 anos, a mãe dela não sabia como ser mãe. No filme, a Sra. Frank foi colocada como a "vítima" da história, como se a Anne fosse a filha rebelde e a mãe não merecesse todo esse sofrimento. Isso me irritou bastante. Não que eu concordasse com o jeito que a Anne falava de sua mãe, mas quiseram romantizar demais a relação dela com os pais. O pai também não era tão bondoso e amigável no livro, embora Anne o amasse muito, chegou um momento de sua vida que ela afirmou que não podia confiar em ninguém, nem mesmo no pai. 

Mas no geral, o filme foi bem fiel ao livro. Trouxe até mesmo cenas que me surpreenderam por estar em uma adaptação. Achei o ambiente bem compatível com a descrição do livro, embora na minha cabeça fosse bem diferente porque era muito confusa a forma como os cômodos se dividiam. Eu simplesmente amei os diálogos ou no caso do livro, os escritos, de uma menina tão jovem mas tão cheia de talento. Em algumas partes eu chegava até mesmo a duvidar de que tinha sido Anne quem escreveu aquilo, mas segundo as minhas pesquisas os documentos, não foram alterados.

Se você quer um livro ou um filme para refletir sobre a vida, Anne Frank é uma boa escolha. Além disso, é sempre bom poder aprender mais sobre a história mundial, ainda que seja sobre um período muito triste. Certamente você vai se identificar e aprender muito com essa jovem garota judia que só queria ser feliz.

"É um espanto que eu não tenha abandonado todos os meus ideais, já que parecem tão absurdos e pouco práticos. Mas me agarro a eles porque ainda acredito, a despeito de tudo, que no fundo as pessoas são boas."


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